Espera-se observar que o ar presente no interior da seringa oferece resistência à compressão, dificultando o deslocamento do êmbolo quando a saída está bloqueada. Durante a tentativa de compressão, o volume ocupado pelo gás diminui, aumentando a pressão interna do sistema.
Ao liberar o êmbolo, o ar comprimido tende a expandir novamente, fazendo com que o êmbolo retorne parcialmente ou completamente à posição inicial. Esse comportamento evidencia que os gases exercem pressão sobre as paredes do recipiente e respondem às variações de volume.
A atividade também permite compreender que os gases podem ser comprimidos com relativa facilidade quando comparados a líquidos e sólidos, característica diretamente relacionada à grande distância existente entre suas partículas.